O futebol do Flamengo desmoronou. O time, antes “em outro patamar”, voltou a protagonizar eliminações vexatórias em 2020. A primeira, na Copa do Brasil, com duas derrotas para o São Paulo. A segunda, na Libertadores, caindo para o Racing em pleno Maracanã. As quedas, aliás, resultam diretamente em ‘rombo’ nos cofres rubro-negros.

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O impacto é duro nas finanças do Flamengo. Na Copa do Brasil, o Rubro-Negro tinha o planejamento de, no mínimo, ser vice-campeão, o que garantiria mais R$ 29 milhões nos cofres. Contudo, por receber apenas o prêmio referente à classificação para as quartas de final, o valor parou em R$ 5,9 mi.

Na Libertadores, a situação foi ainda pior no quesito esportivo. No planejamento, o Rubro-Negro traçou a meta de ser ao menos um dos semifinalistas do torneio continental, mas passou longe disso. Caso a meta fosse batida, o Fla faturaria pouco mais de R$ 39 milhões. Entretanto, ficou com R$ 21 mi, ou seja, pouco mais da metade do valor.

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Vale destacar que, sem a renda de bilheteria, o Flamengo já havia sofrido uma queda considerável nas receitas. Além disso, o clube deixou de receber R$ 18 milhões por não acertar a transmissão do Campeonato Carioca com a Rede Globo, assim ampliando as preocupações no quesito financeiro, condições que podem impactar em compras de atletas como Pedro e Thiago Maia, prioridades da equipe para o ano de 2021.

Por: ColunadoFla

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