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Revelação do Campeonato Brasileiro de 2019, o atacante Michael chegou ao Flamengo cercado de expectativa e, pouco mais de um ano depois de sua chegada, encara o Campeonato Carioca como um reinício na Gávea.

Contratado a peso de ouro, o camisa 19 chegou ao campeão brasileiro após o Fla travar uma queda de braço com o Corinthians. Com mais grana no caixa, o Rubro-negro desembolsou à época 7,5 milhões de euros (R$ 51,9 milhões na cotação atual), mas ainda aguarda o retorno dentro de campo. Sem muito espaço, o jogador antecipou o fim das férias e volta hoje (4) ao trabalho.

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Com os principais nomes do elenco ainda em período de descanso, o atleta pediu para voltar o quanto antes ao batente. Ao lado de Pepê, ele é aguardado no centro de treinamento e estará à disposição do jogo de sábado (6) contra o Macaé, às 18h, no Maracanã. Conhecido pela velocidade, ele quer acelerar o retorno para convencer o técnico Rogério Ceni.

“O Rogério me deixou muito à vontade, falou para que eu tivesse tranquilidade para tocar esse projeto. A gente tenta espelhar uma maneira de jogar, mas nem sempre é possível, porque é preciso ter peças que também se espelhem”, disse o auxiliar Mauricio Souza, treinador que comanda o Rubro-Negro neste início de Estadual.

Foi justamente a rapidez com a bola e a facilidade para entortar marcadores que levou o jogador ao Rubro-Negro. Encantado com seu desempenho no empate por 2 a 2 entre Goiás e Flamengo, o e então técnico Jorge Jesus colocou de vez o atleta que estava no Esmeraldino em seu radar.

A chegada a um time que acabava de conquistar a Libertadores e o Brasileiro não foi simples. Ante a concorrência grande no setor, Michael viu as oportunidades ficarem mais raras após a saída do Mister e por conta do rendimento dos titulares. De astral renovado para 2021, ele encara um reinício que quase foi impedido por uma negociação com o Al-Ain, dos Emirados Árabes, que esteve próximo de fechar o seu empréstimo.

Molecada no comando

O planejamento do Fla aponta para o uso dos principais jogadores a partir da quarta rodada. Até lá, a responsabilidade ficará com os garotos da casa.

Esse recesso é considerado fundamental após uma temporada desgastante física e psicologicamente. O surto em massa de Covid-19 e a correria desenfreada do calendário impuseram um desgaste acima do normal para o elenco. No jogo contra o São Paulo, válido pela última rodada do Brasileiro, Rodrigo Caio e Gabigol, por exemplo, estavam muito longe de suas condições.

“Foi um dos Brasileiros mais equilibrados pela maneira como tudo aconteceu. Esses jogadores vão ter uns dias de folga. A curto prazo, pode sentir os jogos e ter algumas derrotas, mas a longo prazo, esses dias que eles vão ficar parados tendem a reverter em coisas boas. Hoje, Diego jogou com muita dor na posterior, Rodrigo Caio jogou lesionado e não fez uma arrancada para o ataque. O Gabriel jogou com dores no tornozelo. O time chegou no limite”, pontuou Ceni.

Retirado de: UOL

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