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Os jogadores do Flamengo fizeram festa no vestiário na última quinta-feira, após vitória por 2 a 0 sobre o Palmeiras, no Mané Garrincha, pelo Campeonato Brasileiro, mas o repertório não agradou ao comentarista Fabio Sormani. Os rubro-negros cantaram uma música uruguaia e Sormani ironizou o fato de não terem utilizado uma música brasileira.

— É de uma banda uruguaia e a moral da história é “se nos organizamos, não tem para ninguém” – disse Celso Unzelte no programa “Bate Bola Debate”, da ESPN.

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— O cancioneiro popular brasileiro não tem música para relatar esse tipo de coisa, né? – ironizou Sormani.

— A nossa música é pobre. Não produzimos muita coisa ao longo dos tempos: Bossa Nova, MPB, Chorinho, tem pouca coisa. Nós precisamos mesmo buscar alguma coisa no Uruguai ou na Argentina para comemorar. Vou falar um negócio para você: se você confrontar nossa música com qualquer música da América Latina – à exceção de Cuba -, não dá para comparar… É mais fácil recorrer a outras músicas que ouvir a nossa música, ir atrás das nossas raízes, riquíssimas – continuou.

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Unzelte, então, justificou que a música tem relação com o momento vivido pelo Rubro-Negro no Campeonato.

— Mas essa frase “se nos organizamos, não tem para ninguém” é tudo o que o Flamengo quer: se reorganizar e mostrar que tem potencial. Isso é muito significativo. Aí junta a rivalidade com o Palmeiras, a situação no campeonato e tudo o que o grupo está querendo no ano, que é mostrar, é significativo – explicou.

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Vindo de duas vitórias consecutivas no Brasileirão, o Flamengo encara o Athletico-PR neste domingo, às 16h, na Arena da Baixada. O Rubro-Negro tem 55 pontos e está a quatro do líder Internacional.

Retirado de: Lance

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