Rogério Ceni e Gabigol na Gávea - © Alexandre Vidal
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O clima no Flamengo não tem sido dos melhores. A chegada de Rogério Ceni trouxe desavenças entre os jogadores e, de certa forma, acaba fragmentando o grupo. Com resultados muito ruins, o treinador não possui voz ativa na equipe rubro-negra e possui seu futuro indefinido no clube.

A vinda do treinador do Fortaleza trouxe muitas expectativas a um time que vinha trilhando um caminho instável na temporada. O esperado era que a mudança trouxesse um novo olhar e maior estabilidade na atuação dos jogadores, o que ainda não aconteceu. A relação entre os jogadores também não é mais a mesma.

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Em uma das visitas à sala do técnico, Diego e Filipe Luís, pediram a Rogério Ceni que mudasse a hora da atividade, que aconteceria no período da tarde para a manhã, com o intuito de participarem de um compromisso pessoal. 

A mudança não repercutiu bem entre alguns jogadores, como o meia Gerson e jovens atletas do elenco, uma vez que não foi um pedido que partiu de todo grupo. Em períodos anteriores, quando algum jogador pedisse alguma alteração, era feita uma votação entre todos os atletas para definir se a variação ficaria viável para todo o grupo.

O fato de Ceni ter diálogo apenas com os líderes do elenco (Diego Alves, Diego Ribas, Filipe Luis, Rodrigo Caio e Arão) também incomoda. O atletas citados visitam com frequência a sala do treinador, diferentemente dos demais. Há, nos bastidores, a informação de que a “panela 85 ou panela da igreja” é quem tem comandado a equipe.

Sem muito clima na equipe, Rogério Ceni terá sua situação no Flamengo avaliada nesta segunda-feira (11). O Conselho de Futebol deverá chegar a uma conclusão até o fim desta tarde.

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